Eu construo plataformas de dados e IA que fazem exatamente isso — tiram decisões do escuro e devolvem tempo para quem opera o negócio. Do diagnóstico à produção.
↓ conheça a históriaPassei quinze anos dentro de operações: hotelaria, varejo, serviços. Expansão de unidades, reestruturação, gestão financeira, times multidisciplinares. Aprendi como uma operação funciona de verdade. Onde o dado nasce, onde ele se perde, e o quanto de decisão é tomada no escuro porque a informação certa não chegou a tempo.
Foi essa vivência que me levou para o outro lado da mesa. Não como virada de carreira — como consequência: depois de anos sentindo na pele a falta da camada de dados, decidi construí-la. Hoje projeto e implemento plataformas de dados e IA de ponta a ponta: arquitetura, pipelines, modelagem semântica, governança, interface. Do diagnóstico à produção.
Não vim da engenharia. Vim da operação, e é isso que faz a diferença no que eu construo: eu já fui o usuário que precisava do dado e não tinha.
Quatro frentes, um mesmo princípio: tecnologia só vale se simplificar a vida de quem usa.
Entro na operação, mapeio onde o dado nasce, onde ele se perde e onde a decisão é tomada no escuro. Saio com um plano priorizado — não com um relatório de gaveta.
Rotinas manuais viram fluxos automáticos; perguntas repetitivas viram respostas instantâneas. IA generativa, integrações e automação a serviço de tempo recuperado.
Quando o problema é maior, eu construo a solução inteira: arquitetura, pipelines, governança e interface. Dado espalhado em planilha vira decisão na tela.
Tecnologia sem adoção é custo. Treinamentos, mentorias e workshops para times e gestores usarem IA no dia a dia — com segurança e critério.
Qualquer um pluga um LLM num banco de dados. Quase todos esses projetos morrem, porque o modelo alucina em cima de dado sujo.
O trabalho difícil não é a interface. É a arquitetura embaixo dela: dados consolidados, contratos claros, governança, curadoria humana. É isso que eu construo — e o case a seguir é a prova.
Plataforma de dados de RH e CSC construída do zero na J&T Express Brasil. Dados que viviam espalhados em planilhas e controles manuais, consolidados numa arquitetura medallion e servidos em linguagem natural, em português e mandarim.
Pipelines modulares integrando múltiplas fontes: parquet, ponto eletrônico, terceirizados, bases de RH. Fontes plugam e desplugam sem reescrever o núcleo.
Limpeza, normalização e contratos de dados por camada. Modelagem semântica validada domínio a domínio com quem é dono do negócio.
Métricas prontas para consumo: dashboards, APIs e o MãoChat respondendo perguntas de negócio na hora, com autonomia de quem pergunta.
O usuário de negócio pergunta em português ou mandarim, do jeito que falaria com um colega, e recebe o dado direto na tela. Por trás, um loop de aprendizado supervisionado refina as respostas a cada ciclo, com fila de propostas e curadoria humana obrigatória antes de qualquer coisa entrar em produção.
A plataforma cobre headcount, benefícios, presenteísmo e batimento de ponto, recrutamento, terceirizados, compliance trabalhista e avaliações 360. Governança de ponta a ponta: LGPD, autenticação e controle de acesso, telemetria de uso.
Antes da plataforma, uma trilha de projetos em varejo, hotelaria, SaaS, alimentação e serviços B2B — pela Gattiboni Enterprises.
Plataforma de IA para redução de custos e automação em restaurantes, do COGS ao cardápio digital.
Aplicativo de controle de despesas pessoais, desenvolvido de ponta a ponta de forma independente.
Mapeamento geoespacial para inteligência comercial e análise de territórios no agronegócio, e visualização de frotas logísticas.
Gestão financeira colaborativa com classificação de risco e background check automatizado de parceiros e revendas.
Consultoria autoral, mentorias e treinamentos em IA aplicada para times e gestores, com foco prático e educação acessível.
Identidade visual e design system tratados como parte do produto: arquitetura técnica e camada de marca na mesma entrega, não isoladas.
Do diagnóstico à produção. Vamos conversar.